Banheiro 222: "A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País" (CF)

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Segunda-feira, Janeiro 21, 2008 :::

Que olho é esse?



Assisti a uma peça extremamente interessante. Tem o título de Alma Imoral e é baseada em um livro homônimo. A grande sacada é que o espetáculo não requer apenas um par de olhos e um par de ouvidos. Para entender o que a atriz queria dizer, era preciso mais que isso.

Fazia algum tempo que eu não saia de um teatro ou de um cinema com aquela sensação engraçada de que metade dos espectadores não tinha entendido metade do apresentado. Nem me lembro da última vez, mas posso citar o dia em que fui assistir ao longa-metragem Cidade dos Sonhos.

Não é questão de tripudiar ou de subestimar as pessoas. Nem tenho essa pretensão. Na data referida acima, por exemplo, um dos meus grandes amigos, já falecido, um homem extremamente culto, viajado e inteligente, não entendeu o que David Lynch queria passar em seu filme.

Quantos olhos a mais uns deverão ter? Quantos ouvidos são precisos para se escutar o que se diz nas entrelinhas? É uma questão de QI? De Cultura? Aleatório?
Nascemos uns com mais de um par?




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 10:15 PM assumiu o trono


Segunda-feira, Janeiro 08, 2007 :::

Mulheres e a Síndrome dos 30



Eu pensei que fosse folclore... Mas não é que a mulher tem mesmo a tal Síndrome dos 30? Que quando ela passa das três décadas de idade fica louca, surtada e perigosa?

Hoje estava conversando com uma amiga de 38 anos que me confidenciou: "Todas as minhas amigas com mais de 30 estão com problemas..." - ela também me disse que passou pelo menos há 8 anos.

A Síndrome é a seguinte: depois dos 30, a mulher tem que já estar casada e com pelo menos um filho. Isso, segundo elas.

E o que acontece se ela não se casa e não tem filhos até os 30? Sai debaixo, meu filho. Por de traz da bela e experiente mulher (nem tão nova que possa te encher o saco e nem velha o suficiente para trocar por duas de 20) esconde-se um perigo. A mulher range os dentes à noite, com as luzes apagadas, maquinando o que pode fazer para sair de tal situação.

Primeiro elas compram aos montes as revistas Queridas, Cláudias e Novas da vida. Todas com matérias como: Sexo depois dos 30; Mulherão três ponto zero; Hoje o casamento é mais tarde porque a mulher é independente; Estatísticas afirmas que depois do 30 é mais difícil se casar. Não bastasse as reportagens, sem base alguma na realidade humana (mais complexa do que os analistas de revista podem imaginar), ainda pintam aqueles testes ridículos que elas não se cansam de fazer: Será que fiquei para titia? ; Meu namorado quer coisa séria ou está de sacanagem? ; Quão próxima estou de uma aliança no dedo??? Meeeeu Deeeus. Que desespero.

Se não fossem as leis modernas, acho que teríamos mulheres de 30 escondidas em trincheiras, no meio da rua, esperando pelos bofes solteiros da cidade. Elas ficariam abaixadas, com laços (não os matrimoniais, os de vaqueiro mesmo), dardos tranqüilizantes e arapucas. Valeria tudo para caçar um bom partido.

Por que essa loucura toda de casar até os 30? Vai saber. O importante é ficar ligado. Tem muito homem por aí que conhece aquela trintona, bacana, experiente, independente. "Opa, que legal". Vai com calma, filho. Há mulheres e mulheres de 30. Vá naquelas decididas e que não se deixam levar pelas pressões da sociedade.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 8:18 PM assumiu o trono


Sábado, Julho 29, 2006 :::

Bocejo em hora errada



É incrível como às vezes as pessoas caem na rotina. A vida nos obriga? Sinceramente não sei. Mas o que contarei aqui hoje mais parece uma cena de "American Pie 10 - descabaçando as orelhas".
Uma amiga (que obviamente nem tem idéia de que hoje é a minha personagem da semana) namora um cara há alguns anos. O relacionamento é bacana e, acreditem, tem até algumas surpresas aqui e ali, sexualmente falando. Vamos chamá-los de Flora e Julio.
Certa noite, ambos estão na cama se preparando para lubrificar as engrenagens. Descabelar o palhaço. abafar a costeleta, agasalhar o croquete, atracar de popa, capturar o Osório, desentupir o cano... Você entendeu. Julio está lá, deitadão. Ele liga a tevê para abafar o barulho e Flora começa a peleja. É claro, antes de tudo, ela faz o seu show, cantando perfeitamente no microfone. Julio adora o jeito que ela faz. Segundo ele, ninguém supera o bolagato de Flora.
Vai-e-vem aqui, ali, língua aqui, boca acolá, Julio pára de ver a tevê e olha para baixo.
- Flora?
Nada de resposta. Aconteceu alguma coisa.
- Flora?! Flora?!
Alguns tapinhas na cabeça.
Flora estava dormindo com o dito cujo nos lábios. Incrível. Parece até história de quem não tem o que contar, mas eu estou falando sério. Flora dormiu em pleno ato oral. Já ouvi histórias de pessoas que dormem durante o ato. É normal. O cansaço bate e a pessoa capota. Mas durante um bolagato! Meeeeeeeu Deus. Essa é sensacional.
Nossa amiga Flora (agora ela não é só íntima de mim, mas de todos que visitam o Banheiro) participa deste blog pela segunda vez. E ainda existem mais algumas peripécias para contar. Em breve, Flora retorna com mais uma cabeluda.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 1:37 PM assumiu o trono


Quarta-feira, Abril 05, 2006 :::

Parece piada...



Meus amigos costumam rir do que escrevo aqui e me perguntam de onde tiro tanta idéia, tanta história... Mas que idéia?! As pessoas realmente não observam o mundo, não prestam atenção no que acontece a sua volta. Cada um dos textos que disponibilizei, cada um, foi escrito em cima de fatos reais. Tudo surge de um fato que um amigo me conta, de um conselho que me pedem, de uma dúvida que surge na mesa de bar. Nada é inventado.

Está certo que muitas das histórias que conto aqui parecem mesmo inverossímeis, mas acreditem, elas aconteceram. Ainda acontecem.
Se o tempo me permitisse e eu parasse para lembrar de cada uma que eu vejo, escuto, me contam ou me mostram, puts... vocês realmente não iriam acredita (como alguns já não acreditam).

Tem de tudo. De amigo se fantasiando de mendigo para catar uma loirona que trabalhava no mesmo prédio, até uma amiga dormindo na hora mais inacreditável (acredite, INACREDITÁVEL) do chananam.

Vou começar a resgatar alguns desses fatos, pois novos acontecem com tanta rapidez que não há como colocá-los na medida em que surgem.

Então, antes que pensem que posto aqui as famosas ¿histórias que o povo conta¿, preste atenção. Estes fatos acontecem aqui, ali, aí na casa do seu vizinho, no seu quarto... Vacilou, fez, bobeou, aparece aqui no banheiro.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 7:45 PM assumiu o trono


Domingo, Março 12, 2006 :::

A minutos do bacanal



As pessoas precisam conhecer as diferenças. E ao se conhecer, obtém-se poder. Conhecimento é poder.

O sexo não é uma exceção. O sexo do homem é diferente do sexo da mulher. Não estou falando dos órgãos genitais. Odeio quem chama a chavasca e a manjuba de "sexo". Sexo nada mais é que a chaca chaca na buchaca, o chananam, o ato em si. A chinelada por assim dizer. Estou falando da prática. As mulheres encaram a prática diferentemente do homem. Não estou entrando no mérito do "a mulher faz amor e o homem sexo". Clichê demais. Hoje quero falar do "timming", do tempo em que cada um sente desejo de transar. Principalmente no primeiro encontro, ou no início de um relacionamento.

Há uma verdade universal: as mulheres sentem vontade de transar depois que os homens. E é isso que faz muitos homens ouvirem um "ainda é muito cedo". Não entendeu? Vou dar um exemplo prático. Por exemplo: a mulher sente vontade de fazer sexo 20 minutos depois do homem (mas não se atente aos números, é apenas figurativo). Ou seja, se os dois saem para a primeira noite e o homem demonstra o desejo de transar na medida em que sente essa necessidade, já era. É preciso saber disso, conhecer essa máxima para fugir da "fugida" da mulher.

Como o homem tem que proceder então? Fácil. Ele não deve demonstrar esse desejo de transar antes que ela demonstre o dela. Sexo é bom e tanto os homens como as mulheres querem fazer. Fato. É só acertar a questão do Timming.

Voltando ao nosso exemplo. Se a mulher se interessa em fazer sexo 20 minutos depois que o homem, o cara tem que acreditar que sentirá esse desejo depois. Se o homem sentir esse desejo aos 25 minutos, isso quer dizer que a mulher vai correr atrás dele por 5 minutos. Isso reverte a situação da equação, em um mundo que é regido pela matemática.

Timming, conhecimento. Pimba na gorduchinha.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 7:30 PM assumiu o trono


Terça-feira, Fevereiro 14, 2006 :::

Soltando o grito da garganta



As pessoas costumam perguntar o motivo de tanta paixão, loucura e insanidade por um time de futebol. Quando eu era mais novo também me questionava. Mas essas pessoas só podem entender o que é isso quando têm a oportunidade de assistir a uma final em um grande estádio, como o Maracanã, por exemplo.

É incrível como os sentimentos mais fortes te atingem em cheio, rasgando o peito, amolecendo os braços, explodindo o coração... Em um minuto você sente ódio, raiva, frustração. Noutro sorri a ponto de chorar, berra como um louco, fica rouco, perde o ar...

Não há como explicar também os arrepios sentidos ao ouvir mais de cinqüenta mil pessoas entoando o mesmo hino que tanto adora. É como se sua própria voz tivesse a potencia de milhares de gargantas, como se seu eco fosse potente, retumbante. Não há pele que resista.

Acredito que em nenhum momento da vida uma pessoa possa reunir tantos sentimentos em tão poucos minutos. É um prazer proibido para os cardíacos. A bola que passa rente à trave lhe arranca o famoso "uhhhh", como se você deixasse de ganhar a Mega Sena por um número. E a pelota que estufa as redes, lhe arranca o grito da garganta como se os seis números você tivesse acertado.

Hoje, rouco, feliz, extasiado... ainda ouço o meu grito ecoar no Maracanã. O meu "é campeão", ainda reverbera, como se minha voz tivesse a força de milhões...








escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:53 PM assumiu o trono


Quinta-feira, Janeiro 19, 2006 :::

Fé demais não cheira bem



Não é de hoje que eu discuto sobre a "fé" desencadeada nas religiões menos nobres que existem no mundo. Existe religião que não é nobre? Ah, existe! São aquelas da Universal, Hexagonal Retangular do Quadrado Divino, As 78 Estrelas de Davi, e etc e bolinha de gude.

Mas eu nunca tinha escutado uma história que corroborasse tanto com o meu pensamento quanto a que ouvi ontem de um amigo meu, o Fabão Tranca Rua.
O porteiro do prédio onde mora Fabão, Seu Ronaldo, o abordou um dia desses e se vangloriou de sua nova religião, disse que agora estava salvo, que sua alma estava limpa e que a vida estava melhorando. Apontou que por ter virado crente, não teria mais pecados nem problemas. Mas o pior de tudo foi dizer que desde que entrara na Universal, seu dinheiro estava rendendo mais, estava sobrando tutu no fim do mês. Lógico, o Fabão não agüentou.

- Seu Ronaldo, fala a verdade, você entrou para igreja para salvar a alma ou o bolso?
- Ah... Mas isso já é um indício que as coisas estão melhorando - respondeu, sem deixar que Fabão subjulgasse sua nova religião.
- Seu Ronaldo, antes de entrar para essa igreja, o senhor não bebia, caía na esbornia?
- Claro! Eu bebia pinga, cerveja, chapinha, tudo que pintava na minha frente. E tem mais! Eu saia todo fim de semana e sempre arranjava uma mulher fácil. Vivia em cabaré... Só que agora eu não faço mais isso, não senhor. Agora minha alma está salva! Depois que eu entrei na igreja, nada de bebida ou mulher.

Fabão já estava indignado com aquilo e, como sempre, não deixou sua língua quieta.
- Seu Ronaldo, por favor, se está sobrando dinheiro no fim do mês, não é por uma questão de fé. Você parou de beber e de gastar com puta. É uma questão de matemática, porra! - berrou, em sua sutileza de tiranossauro rex.
É claro que Seu Ronaldo, assim como qualquer "ex-condenado que se arrepende e vira crente", não ia se deixar levar pelo óbvio, pois o que valia era o que o pastor dizia. Então foi para cima de Fabão, estendeu a mão e começou:
- Você está é com a alma impura, meu filho! Precisa de descarregar esses pensamentos levianos e se unir ao semblante glorioso da luz iluminada do divino Deus! Arranque isso desse corpo...

Fabão Tranca Rua saiu, quase correndo, pois se ficasse ali mais alguns segundos descia a porrada em Seu Ronaldo.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 6:04 PM assumiu o trono


Quarta-feira, Janeiro 11, 2006 :::

O motel da discórdia...



Viram teu marido entrando num motel. A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos.
Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio.
Depois pediu detalhes.
-Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretíssimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.
- Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel? Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretíssimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então, que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa,com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio:
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
- O quê?
- Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
- E então?
- Desculpe, Lurdes, mas..
- O quê?
- Vou ter que te dar uma surra...




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 1:53 PM assumiu o trono


Domingo, Janeiro 08, 2006 :::

Outra praga de cinema



Existe uma praga dentro das salas de cinema que me deixa fora de mim. Não, não estou falando de projeção astral. Eu fico é puto mesmo.

Hoje é comum você separar um dia para pagar um bom preço para assistir a um longa-metragem e esbarrar nessas coisas. A praga a que me refiro são os idiotas que fazem os seus comentários em alto e bom som, quando sairiam mais dignamente das salas se ficassem calados. Alguém precisa avisá-los e com urgência.

Não entendeu ainda? Vou explicar melhor.

Se no início do filme as balas do revólver caíram no chão sem que o personagem percebesse, e lá no meio da trama ele usasse a arma em vão, o idiota comenta, segundos antes do "clic": "Ih, não vai conseguir atirar, quer ver?".

Ou ainda, todo mundo notou que a cena ia terminar em explosão, pois o James Bond colocou explosivos quando entrou na instalação militar. Aí o idiota solta a pérola: "Ih, caramba, ele vai explodir o lugar!".
Sério?????!!!!!!!

Pior, muito pior. Essa praga faz o comentário óbvio ¿ que até uma criança de dez anos faria ¿, e ainda se acha inteligente por isso!!! Cruis, eu sou obrigado!
Antigamente existiam os lanterninhas. Podíamos achar chato naquela época, mas hoje seria essencial. Esses idiotas que falam por todo o filme deveriam ficar trancados em casa, entupidos de DVDs.

Ainda tem aquele grupo de aborrecentes que fica falando besteira o filme inteiro e contando piadas que só eles acham engraçado. Tudo para se mostrar cool na frente dos coleguinhas. E o pior é que não adianta mandar calar a boca. Como eles estão em bando, acham que podem transgredir a paz do cinema sem sofrer conseqüências. Saudade dos meus tempos de adolescência, quando éramos rebeldes em coisas inteligentes ¿ ou pelo menos em momentos menos idiotas. Como hoje eles não podem, não são capazes, sentem-se o máximo dos rebeldes por estar gritando no cinema. Vai entender...




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 11:23 PM assumiu o trono


Segunda-feira, Dezembro 19, 2005 :::

Pérulas aus çuínos



Eu digo (vai parecer bem político) sempre que o problema do nosso país é a falta de educação. Se há muita gente se dando bem, é porque há mais uma pancada de gente querendo ser enganada. Pessoas que não sabem votar, opinar e... nem mesmo escrever um texto ou responder a uma prova.
De um tempo pra cá as chamadas "pérolas" que os professores garimpam nas escolas, vestibulares e cursos superiores são motivos de piada, quando deveriam ser alertas. Mas, como não há muito a se fazer, o jeito é rir mesmo.
Confira abaixo coisas horrorosas que ESTUDANTES escreveram no vestibular de 2003 da PUC do Rio de Janeiro:

a. Sobrevivência de um aborto vivo (título de redação);
b. O Brasil é um País abastardo com um futuro promissório;
c. O maior matrimônio do País é a educação;
d. Precisamos tirar as fendas dos olhos para enxergar com clareza o número de famigerados que aumenta;
e. Os analfabetos nunca tiveram chance de voltar à escola;
f. O bem star dos abtantes endependente de roça, religião, sexo e vegetarianos, está reocupan-do-nos;
g. É preciso melhorar as indiferenças sociais e promover o saneamento de muitas pessoas;
j. Resposta a uma pergunta: "Esta não cei".

HISTÓRIA
a. O Hino Nacional Francês se chama La Mayonèse...
b. Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.
c. Entres os índios de América, destacam-se os aztecas, os incas, maios, pirineus, etc.
d. A História se divide em 4: Antiga, Média, Moderna e Momentânea (esta, a dos nossos dias).
e. Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.

OUTRAS EXCELENTES!
a. Resposta à pergunta: "Que entende por helenização?": "Não entendo nada"
b. No começo os índios eram muito atrazados mas com o tempo foram se sifilizando.
c. Entre os povos orientais os casamentos eram feitos "no escuro" e os noivos só se conheciam na hora h.
d. Então o governo precisou contratar oficiais para fortalecer o exército da marinha.
e. Em homenagem a Gutenberg, fizeram na Alemanha uma estátua, tirando uma folha do prelo, com os dizeres: "e a luz foi iluminada".
f. No tempo colonial o Brasil só dependia do café e de outros produtos xtremamente vegetarianos.


ESTAS SÃO DEZ!!
a. A Terra é um dos planetas mais conhecidos no mundo e suas constelações
servem para esclarecer a noite.
b. As principais cidades da América do Norte são Argentina e Estados Unidos.
c. Expansivas são as pessoas tangarelas.

VALE PRÊMIO!!
O clima de São Paulo é assim: quando faz frio é inverno; quando faz calor é verão; quando tem flores é primavera; quando tem frutas é outono e quando chove é inundação.

A MELHOR DE TODAS...
Pergunta: Qual a função do esqueleto?_
Resposta: Invadir o castelo de Grayskull



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 5:40 PM assumiu o trono


Segunda-feira, Dezembro 12, 2005 :::

O Inferno é um lugar móvel



Cresci aprendendo sobre Céu e Inferno e todo mundo sabe que o mais quente dele sempre foi retratado como aquele buraco lá embaixo que reúne o coisa ruim e fogo, mazela, sofrimento, calor, etc. Mas, com a aproximação do fim do ano, me bateu uma teoria: o Inferno não está lá no fundo, ele é um ambiente móvel.
O Natal deveria ser de paz, harmonia e amor, já que comemoramos o aniversário do Pai. Porém, existe um lugar que é um verdadeiro Inferno nesta época: shopping centers.

Pense num lugar quente, cheio de criaturas horrendas, abafado, entupido e angustiante. É um shopping no fim do ano. Não passo nem perto.
Não sou rico, vá lá, mas é triste ver aquela pobraiada (a de espírito) toda correndo como loucos para comprar aquele presente em 285 parcelas de vinte reais. "Ah, eu tenho que comprá aquele celular novo da CIÊMES que a minha filha tá enchendo o saco". Aí pronto, tem um bando invadindo a loja sem saber que vai ficar enforcado pelas contas futuras.

Cê i Á, Atosha, Pernambucanos, e outras tantas lojas que vendem a preço de feira então, úh! Deus me livre. Um formigueiro. Você entra e vê aquele tanto de velha na fila carregando um monte de sutiã, calçola e vestidos floridos."Ô Goreth!! Vê aí no bolo se tem uma dessa aqui número 48!". Que inferno!

E aquela musiquinha irritante que fica se repetindo... cruis.

E não adianta falar nas matérias, o povo deixa tudo para última hora. Muitos ganham o décimo terceiro em novembro, no adiantamento. Pergunte-me se eles comprar com antecedência? Que nada, o pecador tem que transformar o lugar justamente no finalzinho do ano.

Então não me diga que o Inferno está lá embaixo, à espera do povo que não foi bom nesta vida. Ele se movimenta e se instala nos mais diversos lugares. Até mesmo em um casamento familiar vi isso acontecer um dia desses. Ou você acha que foi bonito ver metade da festa se juntar na pista de dança pra dançar ao som de "É som de preto, de favelado..."? Que Deus me perdoe!




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:31 PM assumiu o trono



Tô de volta ao banheiro!!!

Povos e povas... este banheiro estava abandonado às moscas. Mas eu decisi que não transformaria esse cômodo em um banheiro de rodoviária e decidi retornar.
Mas eu preciso saber se existem frequentadores deste local. Fico esperando respostas de vocês... nem que seja apenas entrando na página.
Um grande abraço

O Zelador


escrito na porta por Luciano Marques , quando às 2:41 PM assumiu o trono


Domingo, Agosto 21, 2005 :::

Tesão em cotovelo



Ao iniciar esse texto quase cometi o erro de escrever a última palavra do título com uma grafia diferente, cutuvelo. Errado? Nem tanto, dado ao teor que quero inserir nessas linhas. Inserir, intruduzir. Cacetada (cacete!), basta só escrever sobre o tema que a sacanagem aparece.

Tenho um amigo que odeia pé! Pânico! A palavra é essa, pânico. Ele jamais poderia se apaixonar por um joanete. No entanto, já conheci verdadeiros entusiastas do calcanhar. Homens que babam e ficam loucos por um pé. Seriam capazes de tomar uma cai-pé-rinha, preparada com a extremidade do membro (membro! Meu Deus!) inferior de uma moçoila. Isso já foi feito em uma festa de fetiche, realizada para podólatras. Vejam bem... é pó, e não pe, mesmo que os pés sejam pequenos e novinhos.

Não vou nem aqui dizer que as pessoas têm tesão em bunda, peito e perna. É pleonasmo. Quando eu falo que o falo é fálico, é porque sei do que falo do falo.

Tentaria aqui me ater ao tesão no queixo, no pescoço, na orelha (?!)... Mas acho que precisaria de um livro para falar dessas particularidades. Um amigo (o mesmo que não gosta de pé), me disse um dia algo interessante, e vou fuçar, me concentrar em uma parte só da substância física, da estrutura de cada homem ou animal, ou seja, do corpo. Quando sua mulher lhe falou que os homens não prestam atenção nas mudanças que as mulheres fazem nas sobrancelhas (ainda não é essa parte), ele veio com uma saída ótima: "Amor, a sobrancelha tem o mesmo sex-appeal que um cotovelo!". Ora, vejam vocês. Jamais tinha pensado nisso. A porra do cotovelo realmente pode ser considerada uma parte execrada do sexo, do tesão, da vontade. Ele é um "órgão" que nem mesmo pode ser estimulado por você. É Inalcançável. Ninguém consegue masturbar um cotovelo!!! E mesmo que conseguisse, o cotovelo é completamente insensível. Belisque lá e você verá que não sente nada. Pata que o pariu! Renegaram o cotovelo. O coitado que, junto ao joelho, suporta a posição preferida do homem (e porque não de muitas mulheres). Acho que era melhor se ele chamasse mesmo cutuvelo... Quem sabe ele não teria um destino melhor?



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 12:53 AM assumiu o trono


Segunda-feira, Julho 18, 2005 :::

Café com Guaraná



Se a noite me parece curta, e o dia enfadonho
Eu acho que a manhã não merece
O que a vida oferece
Aquilo que sonho, proponho...

Se eu tomo café com guaraná
E escuto a música que me fará lembrar
Sinto algo diferente no ar
Mas, sabe de uma coisa? Deixa para lá.

Me envolvi com a noite
E a madrugada veio logo após
Que vontade nossa é essa, atroz
Que nos leva da certeza ao acoite

Me rasgo inteiro por dentro
Me divido assim, quase ao meio
Mesmo sabendo do receio
Daquilo que não agüento

Ouço aquilo mais uma vez
Me faz pensar em nós dois
Mas vamos deixar para depois
Pois eu sei que é insensatez.

Não foi dessa vez e nem acho que seria
Mas foi bom fugir da tristeza
Amanhã, quem sabe, é sempre uma incerteza
O carnaval futuro é que trará alegria

Prometo, juro, garanto
Lá na frente resolvo
Quando não me sentir culposo
Por ter hoje um amor e tanto.




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:44 AM assumiu o trono


Domingo, Junho 19, 2005 :::

Os patos de Rui



Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, eu levo ou deixo os patos?

Tecla SAP a quem possa interessar

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
- Ora, seu cavalo estúpido! Não estou te pegando no flagra agora só porque é uma porra de ornitorrinco dentro de o corpo de um homem, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de invadir minha sossegada casa, disfarçado e cheio de marra, para roubar meus patos.
Se está me roubando porque está necessitado, eu entendo; mas se está tirando uma com a minha cara, vou pegar minha bengala brilhante e te descer a porrada na cabeça até que se sinta uma minhoca! Abaixo cu de sapo, entendeu?
E o ladrão, então, soltou os patos.



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:11 PM assumiu o trono


Sábado, Junho 18, 2005 :::

Acorrentados



Eu acho engraçado esses realities shows. O tal Acorrentados então é a figuraça desses programas. O que pega em um reality é justamente a dificuldade, a animosidade da coisa. No caso do Acorrentados a única coisa que rola é o mela-cueca. Eles pegam um carioca marrento, pinta, digamos a verdade, mas marrento, moleque e que se acha o pegador. No fundo é mais um idiota bonitinho que nem mesmo sabe conversar.

Aí, para completar a futilidade, eles colocam um monte de mulher bonita para disputar um cara que elas sabem que será canalha e que beijará quantas for possível. Não bastasse isso, o cara ainda paga a cada uma que sai do programa com o valor que ele acha que ela merece. ELE PAGA A MULHER O QUE ELA MERECE AO SAIR DO PROGRAMA. Isso te remete a algo?

Bom, mas voltando ao assunto, quanto à animosidade. Se eu tivesse que produzir o Acorrentados, não tenha dúvida que eu ia fazer o inverso. Não, não colocaria um monte de homem e uma mulher. Não quero nem pensar o que aconteceria se rolasse isso. O que eu quero dizer é que se é necessária a animosidade, a beleza preponderante estraga o programa. Não seria muito legal um cara muito gato acorrentado a 12 mulheres muito feias e suburbanas? Fubangas, narucetas, guimbas, catraias... Imagine só. Hoje, no programa, o carinha fica agarrando uma por semana. Neste novo formato ela ia ter que se virar, pois as fubangas (todas ao mesmo tempo) iam tentar agarrá-lo. Ia ser, como diz o apresentador, loucura, loucura, loucura.

Os produtores não sabem fazer direito a tal da televisão. Pelo menos os brasileiros. Eles deveriam prestar atenção mais nos gringos, pois eles é que comandam nessa área. Enquanto os brazucas da Globo estiverem à frente dos programas de reality, estamos lascados. Eles conseguiram acabar com uma fórmula que é sucesso até hoje nos States, o Survivor (aqui traduzido como No Limite). Acabaram com o programa. Fazer o que?



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 9:39 PM assumiu o trono


Terça-feira, Junho 07, 2005 :::

Biscoito Interrompido



Quando você acha que já ouviu de tudo, vem uma amiga e entrega as doces facetas do namorado. Bom, não se preocupem, estou autorizado a contar a história. Acreditem, é a mais pura verdade, embora aqui pareça fantasia, por causa dos diálogos, etc.

Leandra (obviamente nome fictício) veio me falar que seu amado namorado, em seu primeiro chananam com ela, parou a bagaceira no meio do rame rame para interpelá-la.

- O que eu faço agora?
- Como assim o que você faz, Roberto?
- Você sabe, oras...
- Não, não sei - disse, olhando-o com os olhos arregalados.

Roberto ficou nervoso e continuou o chananam. Na verdade, ele nem imaginava que ia rolar. Ele sempre foi todo certo, metódico, daquele que separa as meias brancas das pretas e as cuecas de dormir das de usar no dia-a-dia. Só que rolou, do nada, sem camisinha mesmo, de bate-pronto.

Lá pelas tantas, Roberto começou a gemer. Não de prazer, mas de desespero. Leandra estava amando, mas ficou estupefata com o que veio a seguir. Quando seu namorado estava chegando ao seu auge, seu clímax, levantou depressa, apertou o pinto e saiu correndo para o banheiro. Pasmem, o cara foi gozar na pia. Leandra assistiu aquilo tudo boquiaberta e correu de volta para a cama.

Quando Roberto voltou estava desconsertado.

- O que foi? O que queria que eu fizesse? Não deu tempo de colocar a camisinha ué...
- Mô, você nunca gozou dentro de uma mulher.
- Claro que não!

Leandra descobriu, estarrecida, que aquele homem jamais havia regado o jardim do éden. Ele, que havia namorado uma única mulher antes dela, por oito anos, tinha pavor de que acontecesse algo.

- Mô, não se preocupe. Eu tomo remédio!
- Controlado?! Gardenal?

Diante disso, Leandra resolveu ser paciente e ensinar ao namorado que tanto gosta os caminhos da vida. Segundo ela, depois desse dia, ele nunca mais jogou seus "filhos" na Deca.



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 7:34 PM assumiu o trono


Segunda-feira, Junho 06, 2005 :::

Voltando ao Banheiro

Sei que fiquei distante do Blog por muito tempo, mas incrivelmente os leitores continuam visitando esse site. Bom isso.
A partir de hoje terei mais tempo e volto a escrever normalmente.

Um grande abrço aos vistantes do Banheiro.

Luciano Marques


escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:19 PM assumiu o trono



Filme Canibal Holocausto

Bom, devido a alguns pedidos eu disponibilizei o filme Canibal Holocausto para alguns usuários do E MULE, pessoas que ficam muito tempo online.
Procurem no E MULE, pois agora será mais fácil de encontrá-lo.
Um abraço

Luciano Marques




escrito na porta por Luciano Marques , quando às 3:17 PM assumiu o trono


Quarta-feira, Maio 11, 2005 :::

Pega aí que eu quero ver



Há prazeres na vida que são inexplicáveis. Tem gente que gosta gente, tem homem que gosta de animal, têm outros que não querem ninguém e acham isso fenomenal. Vai entender. Mas há um tipo de prazer que entrou na pauta de reunião dos meus neurônios esses dias. O prazer de ser corno.

Cansei de ouvir relatos de homens que pedem para suas mulheres para fazerem o famoso chananam com outra pessoa. Pior, há uma exigência: ele tem de assistir a tudo. O seu grande prazer é ver a sua mulher com outro.

Primeiro eu fiquei me perguntando por que prioritariamente isso só acontece com homem. Não consegui responder. O máximo que cheguei foi à reformulação de uma teoria que mereceria um texto à parte: só os homens nasceram para ser corno. As mulheres, nessa posição, são as enganadas, as coitadinhas que têm em seu parceiro um safado inveterado.

Voltando à vaca fria. Não sei por que cargas d´água existem caras que adoram ver suas mulheres sentando no quibe cru alheio. Eles adoram ver o palhaço estrangeiro sendo descabelado. Isso me fez parar para pensar no assunto. Cheguei até a fazer uma conferência dos meus neurônios com os de um amigo. Chegamos à conclusão de que é uma questão de ótica, uma questão de visão 3D.

O cara que gosta de ver sua mulher nessa situação, se imagina naquele lugar. É como se ele conseguisse ver a si mesmo de longe. Algo como desejar possuir a sua mulher e assistir à cena de longe, ao mesmo tempo. Já que ele não pode fazer isso em projeção astral, não pode curtir o rame-rame e sair do corpo para ter visão privilegiada, convence a mulher a dar para outro. Éeee uma feladaputagem só. Ou será que é só para pagar uma de corno com carteirinha?



escrito na porta por Luciano Marques , quando às 10:36 PM assumiu o trono


Conversa de banheiro + jornalismo editorial = Banheiro 222!